Pesquisar neste blogue

quinta-feira, 25 de junho de 2015



Para ti Leonor

Embora não existas eu já te encontrei.
Este sentimento desconhecido
Até agora no meu espírito perdido,
Desabrochou. Desde o início essa flor amei.

O meu abraço continua vazio,
Embala o ar que um dia será teu
O gesto vago repleto deste amor meu
Aguarda multiplicar-se após o estio.

Penso nesta particular dualidade,
Tão bela na sua singularidade.
Vem uma alma nova, nunca antes dita.

E nesta longa espera que me desespera
Espero que chegue e me aconchegue.
Eu a necessito mais do que me necessita.

Miguel Coelho


0 comentários:

Enviar um comentário

 
Copyright (c) 2010 Poesia das Ciências. Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.